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Na orientação Rosacruz para gestantes e familiares, nós lhe ofereceremos auxílio na gestação e no momento do nascimento de seu filho. A orientação e ajuda metafísica que você vai receber, fará com que se sinta o melhor possível.
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Fique tranquila e confiante, faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para que esteja preparada e para que o parto seja tão fácil e seguro quanto necessário.
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Nada interferirá nos cuidados físicos e científicos que lhe serão prestados por seu médico no momento do parto; sabemos que após o nascimento  de seu filho, você compreenderá o sucesso e o valor desta orientação.
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Não há momento mais glorioso e sublime na vida dos pais, do que contemplar, pela primeira vez, o filho que acaba de nascer.
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Nascer, crescer, reproduzir - esse é o seu momento.
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E se por ventura não teve esta oportunidade; saiba que nesse momento, sua vivência aqui na terra tem outro objetivo; e acreditamos que a sua alma compreende. Estamos todos em busca da luz maior.
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Orientação a Gestantes e Pais
Sóror Maria Aparecida Vieira S. Ferreira
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A vida é algo precioso e o período de gestação é repleto de novidades e alterações que, às vezes, nos trazem ansiedade, insegurança e informações duvidosas, tanto para as futuras mamães quanto para os papais. E, desde o início da gravidez, a gestante fica inquieta com as mudanças de hormônios e físicas.
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E, com o mesmo carinho com que os futuros papais preparam o quarto, o berço e o enxoval do bebê, nossas Orientadoras também preparam as gestantes e pais para a vinda de uma personalidade-alma, cuja vida devem conduzir e orientar, com muito carinho e amor. É um momento de acompanhamento, aprendizado, alegrias; enfim, o momento maravilhoso da criação, da formação de uma nova família.
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.Portanto, venham, participem, pois esta orientação do acompanhamento e preparação da chegada de uma nova vida à Terra terá informações valiosas e de grande importância.
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A gestação é um processo peculiar, onde o milagre da Vida está acontecendo e as vidas do homem e da mulher envolvidos jamais serão as mesmas, pois, tornam-se pais de um outro ser humano. Deixam a condição de serem apenas filhos, em que são cuidados, para adentrarem na condição de pais, como cuidadores.
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Quanto mais conscientes estivem deste processo transformador, mais fácil será colaborar com a mudança que está ocorrendo em suas vidas, já durante gravidez.
Este é um período para a preparação do corpo físico de mais um novo habitante do planeta Terra. Nosso papel é cooperar com a Natureza, compreendendo a divina missão que nos é confiada, ao nos tornar pai e mãe.
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Ao gestar um filho, somos instrumentos para trazer uma nova Alma ao universo. Assumimos compromisso espiritual de acolher e nutrir, amparar e orientar, este novo ser humano. É um momento para que homem e mulher preparem-se e conscientizem-se de suas responsabilidades frente ao que isto significa. Por isso, além da preparação física é fundamental a preparação emocional, psicológica e espiritual para a chegada deste novo ser.
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É importante lembrar-se que ter um filho é exercício de doação. A gestação é uma fase que a mulher doa seu corpo para que um novo ser humano seja gerado e o homem doa seu coração, dando suporte, necessário e específico neste momento em particular, para a mãe de seu filho.
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A mulher, enquanto gestante, é invólucro e recipiente para o desenvolvimento de seu bebê. A gestação acontece dentro dela. Ela a vivencia de forma direta: seu corpo, suas emoções e sua psique se transformam durante a gravidez. Diariamente, minuto a minuto, ela vivencia o desenvolvimento do seu filho em seu ventre.
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O homem vivencia do “lado de fora” o processo gestacional e, muitas vezes, se sente à parte, como se ele nem sequer houvesse contribuído para tal fato.
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Às vezes, ele se sente à parte, porque a mulher volta-se tanto para dentro dela mesma, que realmente o exclui inconscientemente, “esquecendo-se” da participação fundamental daquele homem. Às vezes, porque ele próprio tem dificuldade em perceber-se como co-participante daquela gestação, pois, neste período, ainda lhe é muito abstrata a idéia de ter um filho; afinal, não a vivencia fisicamente, como ocorre com a mulher. Portanto, ter consciência sobre sua co-participação ajuda – e muito – o homem ter sentimento de responsabilidade sobre o que está acontecendo com a mulher, mãe de seu filho.
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Não importa se têm outros filhos ou se é o primeiro: cada gestação é única! Este é o momento que emergem dúvidas, medos e ansiedades, juntamente com alegrias e esperanças, tanto no homem como na mulher.
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Mais do que nunca, o diálogo é fundamental para que exponham suas dúvidas, medos, ansiedades e expectativas. Nada mais salutar do que algumas boas e honestas conversas entre o casal no decorrer da gravidez; dissipando, assim, equívocos e maus entendidos e permitindo maior compreensão e apoio mútuo ao que lhes acontece interiormente.
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Apesar de viverem uma experiência em comum – a gestação –, ambos vivenciam-na sob perspectivas bastante diferentes, ou, para não dizer, opostas.
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Da mesma forma que há alteração psicológica na mulher com a chegada de um filho, também acontece o mesmo com homem. Ela deve buscar em si sua capacidade de acolher, nutrir e proteger; e o homem precisa buscar em seu interior sua capacidade de prover, amparar e orientar este filho que estão gerando.
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Em ambos, acontece como que um “refluxo” emocional, onde lembranças de suas respectivas vivências como filho e filha de seus pais vêem à memória, trazendo os mais variados e difusos sentimentos.
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Entretanto, devido à gravidez acontecer no interior do corpo da mulher, ela sente física, psicológica e emocionalmente todo o processo – dia-a-dia. Enquanto o homem, pai da criança, é “comunicado” pela mulher que está grávida.
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Assim, para o homem, sua gestação acontece do lado de fora de si, que ele assiste acontecer; já a mulher a vivencia internamente.
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O homem sabe que será pai; a mulher sente que já é mãe.
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Durante o processo gestacional, a mulher recebe uma sobrecarga hormonal em seu corpo, alterando totalmente sua disposição física, emocional e psicológica. No homem, em seu corpo, nada acontece; ele não sente em seu físico a chegada de seu filho.
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Deste modo, podemos compreender porque homem e mulher relacionam-se de formas diferentes com a gravidez. Por isso, o casal deve voltar-se para este evento único e especial de suas vidas, nutrindo – sobre si mesmos e sobre a relação – pensamentos e comportamentos de amor e respeito.
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É o momento onde é possível o fortalecimento do vinculo do casal, agora também como pai e mãe, para receber amorosamente o filho que estão gerando. E, isto só é possível se houver entrega ao processo gestacional, através de comprometimento; bem como, buscar e oferecer auxílio um ao outro, pois ambos, homem e mulher, são pais e responsáveis – conjuntamente – por este novo ser em formação.
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Cada um deve compreender que o outro está vivendo o mesmo evento sob perspectiva bastante diferente. Cada um deve compreender que o outro não sabe o que acontece em seu interior. E que cada um está vivendo, interna e muito particularmente, suas próprias angústias, medos e expectativas.
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Se cada um conseguir compreender isto, procurará entender o que está acontecendo com o outro e, deste modo, não somente pedirá ajuda, mas, como também, se oferecerá para ajudar o outro em seu processo, abrindo-se para ouvir e ser ouvido. Podemos concluir, então, que o que deve predominar no relacionamento do casal – neste momento e sempre – é o amor, a compreensão e o comprometimento mútuos.
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Afinal, é fundamental compreender que, da mesma forma que no período de gestação, o feto está se desenvolvendo no ventre materno, formando-se assim um novo ser humano, é, também, o momento do gestar da maternidade e da paternidade.
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Com a preparação consciente, dia-a-dia, emergirá e formará um pai e uma mãe, acolhedores, amparadores e protetores, enfim, amorosos; dispostos a se doarem incondicionalmente ao filho que está chegando.
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Entendendo a importância de uma preparação adequada para que homens e mulheres tornem-se pais conscientes de sua missão divina e humana e da necessidade que têm de serem auxiliados neste momento tão especial, a Loja São Paulo proporciona encontros quinzenais, aos sábados, sempre às 14 horas, para “Orientação para Gestantes: ao Casal e Familiares”.
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Paz profunda!
Sóror Mariah Bressani
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Como rosacruzes, compreendemos que ter um filho é um compromisso espiritual entre o pai, a mãe e a criança. Entendemos que a criança precisa deste homem e desta mulher para vir ao mundo e, depois que nasce, ainda precisa deles para ajudá-la em seu processo evolutivo. Então, ao tornarem-se pai e mãe, assumem uma nova e grande responsabilidade para si: ajudar aquele ser humano em seu processo de evolução. Assim, a vinda de um filho, para o homem e para a mulher, traz-lhes uma nova e diferente perspectiva sobre si mesmos e sobre o que é a Vida.
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Sabemos que a gravidez é fruto do relacionamento entre um homem e uma mulher, que, portanto, ambos são mutuamente responsáveis por este ser humano já durante a gestação, cada um com sua respectiva função. Sabemos também que a concepção é o princípio de uma nova vida para o bebê, bem como, para a mulher, assim como o é para o homem também. É o momento em que ela, torna-se mãe e ele, pai deste ser que está sendo gerado. Conseqüentemente, suas vidas jamais serão as mesmas!
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Se a mulher precisa tomar cuidados especiais consigo mesma neste período, o homem, pai da criança, deve também oferecer para a mãe de seu filho os mesmos cuidados.
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O que vemos habitualmente ocorrer é o homem assistir a gestação da mãe de seu filho com distanciamento ou, às vezes, com interesse, porém, assistindo a situação como quem assiste a uma peça de teatro. E, também, o que comumente acontece é o homem estabelecer vínculo com seu filho apenas depois de nascer, muitas vezes, meses depois. E não precisa ser assim!
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Neste contexto, a mulher gestante sente-se só e desamparada. E, neste sentido, suas reações são as mais diversas: pode afastá-lo deliberadamente ou pode requisitá-lo com queixumes e lamurias, que irritam mais ainda o homem, ou pode ter alguns problemas físicos decorrentes de uma gravidez ansiosa, como por exemplo, pressão alta ou alguma complicação que pode levá-la a ficar em repouso absoluto. São situações, normalmente, geradas pela necessidade – inconsciente – de chamar a atenção do pai de seu filho para o que está lhe acontecendo, como que “pedindo” para ele voltar-se para ela.
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Por isso, é muito tranqüilizador para a mulher sentir o pai de seu filho presente, participativo e envolvido, no processo gestacional. Saber que pode contar com o pai do seu bebê lhe dá segurança, calma e paz de espírito para que possa focar sua energia neste período tão singular. A participação do homem é fundamental para o bom andamento da gravidez.
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Assim sendo, é necessário e importante o homem assistir à gestação, ou seja, dar assistência à gestante. Ele, como pai da criança, pode dar assistência à mãe – de que ela tanto necessita neste momento – procurando proporcionar-lhe as melhores condições para que a gravidez transcorra da forma mais tranqüila e saudável possível.
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Então, enquanto a mulher gesta, o homem pode e deve participar, “gestando” junto. Afinal, justamente por o homem não sofrer fisicamente o processo da gestação, lhe é possível dar o suporte tão necessário para a mãe de seu filho, pois, como bem o sabemos, durante este período, a mulher está mais fragilizada por sua energia estar voltada para o gestar. Por isto, é fundamental para o bem estar da mãe de seu filho que o homem coloque-se disponível e presente, física e emocionalmente, acompanhando-a às consultas médicas periódicas pré-natais e cuidando de seu bem estar físico, emocional, psicológico e espiritual nas mais diversas situações do cotidiano.
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Outra questão importante: da mesma forma que a mulher está passando por profundas transformações neste período, para o homem, a gestação de seu filho também é um momento que reavivam vários sentimentos e lembranças ambíguas em relação à sua própria vivencia de ser filho de seu pai e de sua mãe.
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Embora estejamos vivendo um período de mudanças dos papéis sociais, vivemos numa sociedade ocidental que privilegia o externo, e, deste modo, ainda é forte a pressão para que o homem não expresse seus sentimentos e emoções. Assim, todos os sentimentos e emoções que está vivenciando sobre a paternidade neste momento gestacional – que lhe surgem de seu interior – são, em sua maioria, sufocados e devolvidos ao inconsciente; principalmente quando emergem medos, ansiedades e angústias ante a situação. Afinal, ele “precisa” ser racional, forte e decido!
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Portanto, temos um paradoxo, pois, se o homem precisa dar assistência para a mãe de seu filho, que encontra-se em condição especial, mais fragilizada física e psicologicamente, ele, porém, também precisa cuidar de si, preparar-se para a função de ser pai daquele ser humano que está sendo gestado. Pois, afinal, na atualidade, o homem não está apenas como um provedor material e, sim, também é “chamado” a participar ativamente dentro de casa, envolvendo-se, pessoal e emocionalmente, nos diversos momentos da educação de seus filhos.
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Deste modo, a preparação para o nascimento de um filho para o homem, implica também em compreender os seus medos, angústias e ansiedades frente ao que lhe está acontecendo. Afinal, é um evento que mudará radicalmente sua vida, pois, se atualmente, infelizmente, existem ex-mulher e ex-marido, não existiu e nunca existirá ex-filho.
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A paternidade é um desafio que necessita ser enfrentado com a mente e com o coração abertos: plenos de amor. E é refletindo e meditando sobre si mesmo e sobre o milagre da Vida, que o homem descobre sua força interior e a beleza deste momento tão especial e único (que perdurará para o resto de sua vida) e, assim, dissipam-se seus medos e ansiedades. Por isto, nesta fase, é importante nos períodos de meditação manter sua mente elevada a Deus, que em sua infinita sabedoria o está presenteando com a paternidade.
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E é, justamente, compreendendo a situação social atual que vivemos e todas as dúvidas e angústias, misturadas à alegria e à expectativa, no que se refere à paternidade que pairam sobre os homens neste momento de suas vidas, que a Loja São Paulo convida aos pais gestantes a participar e buscar auxílio na “Orientação para Gestantes: ao Casal e Familiares”, nos encontros quinzenais, aos sábados.
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Paz Profunda

Sóror Mariah Bressani
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A Ordem Rosacruz, AMORC, “é um corpo fraternal de pessoas” * decididas “a viver em harmonia com as forças Cósmicas, criativas e construtivas, para obter saúde, felicidade e paz” *. Para tanto, estudam as leis cósmicas e naturais, bem como, buscam desenvolver autoconsciência e, assim, procuram colaborar com o próprio processo de evolução para que, então, possam viver a vida com saúde, felicidade e paz.
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E, a partir desta premissa, a Ordem Rosacruz, AMORC, acredita que “os problemas da comunidade seriam melhor solucionados se observássemos o preparo e a educação de nossas crianças” *
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Afinal, vivemos numa comunidade humana composta por indivíduos, que foram educados por outros indivíduos e que irão também educar outros indivíduos, e assim sucessivamente.
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E quando observamos determinadas questões que envolvem o educar, percebemos que é muito mais do que alimentar, cuidar da higiene e colocar a criança na escola
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Educar significa ajudar aquele ser a formar sua personalidade e sua individualidade. Educar é ajudar o pequenino ser a “explorar” ao máximo seus potenciais inatos. Educar é estar atento aos valores que passamos para as nossas crianças. Educar é auxiliar um ser humano a desenvolver sua espiritualidade, elevando, assim, seu grau evolutivo.
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E, assim, quando nos atemos à grandeza do trabalho que é educar um outro ser humano, podemos compreender que ter um filho é uma situação transformadora em nossa vida: assumimos grande responsabilidade e se torna necessário fazermos muitas adaptações em nossa vida e em nosso dia-a-dia.
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A Ordem Rosacruz, AMORC, acredita que ter um filho é um compromisso de responsabilidade selado entre os pais e o filho. No primeiro momento, a responsabilidade fica mais por conta dos pais, que já são adultos e sabem (ou deveriam saber) o que significa constituir uma família e educar um outro ser humano.
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Quando a criança nasce e, por uns bons pares de anos do início de sua vida, ou seja, durante toda sua infância, ela terá naqueles que a educa pessoas de extrema autoridade e modelos para formar suas crenças, valores e comportamentos. Podemos dizer que, para a criança, seus pais são autoridades absolutas, pois, tudo o que seus pais e/ou educadores fizerem ou falarem será “lei” e referência, não apenas para aquele momento, mas, o sabemos, a criança levará para sua vida adulta.
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Assim, educar exige – e muito – que tenhamos a capacidade de estabelecer prioridades do que seja mais favorável às necessidades e à boa formação do caráter de nossas crianças. Assim, a primeira pergunta de devemos fazer em qualquer atitude que temos em relação àquele ser é: “Será bom para ele(a)?”. O que, com a resposta que teremos, na maioria das vezes, nos fará abrir mão do comodismo e do que nos for mais confortável em prol do que é melhor para o nosso filho.
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Sendo assim, a Orientação para Gestantes: Pais e Familiares, da Loja São Paulo, tem exatamente esta proposta: ajudar os pais a compreender, sob a proposta de vida da Ordem Rosacruz, AMORC, o que está acontecendo neste momento pré-natal e o que advirá a partir do nascimento do filho.
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Sendo assim, a Orientação para Gestantes: Pais e Familiares, da Loja São Paulo, tem exatamente esta proposta: ajudar os pais a compreender, sob a proposta de vida da Ordem Rosacruz, AMORC, o que está acontecendo neste momento pré-natal e o que advirá a partir do nascimento do filho.
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Sabemos que a gestação é sempre um momento muito especial. Um novo ser está se formando e participará da vida familiar. E não importa quantos filhos o casal tenha, este que está vindo é único! Traz consigo uma carga genética e psicológica próprias. Traz consigo potenciais para desenvolver sua individualidade dentro desta família e é aí que se formará sua personalidade. Assim, o ambiente familiar será seu berço físico, emocional, psicológico e espiritual.
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Partimos do princípio que cada gestação é única; e é também o momento para a preparação e para a reflexão do compromisso e da responsabilidade dos pais para com este filho que está sendo gestado.
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Ao fazerem a reflexão sobre o que lhes está acontecendo nesta fase, o casal pode compreender que como pais terão a função de auxiliar a criança em seu processo evolutivo; bem como, compreendem que os três (o pai, a mãe e o filho) se “escolheram” mutuamente para conviverem juntos por um certo período de suas vidas e cada um, em seu respectivo papel, ajudará o outro nos seus processos de evolução.
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A preparação para seu nascimento, leva em consideração que a chegada de um filho em suas vidas trará a necessidade de uma reorganização familiar: que deve ser considerada e conscientizada. O homem e a mulher que ainda não são pais terão que se adaptar a este novo papel: o de pai e mãe. Aqueles que já o são terão que abrir espaço em suas vidas e em seus corações para mais um filho que, com sua personalidade própria e única, lhes solicitará novas respostas que possivelmente os outros filhos ainda não lhes haviam requerido. Afinal, a criança já ao nascer traz consigo o potencial do vir-a-ser, assim, não só reagirá como também, ao seu modo, influenciará o ambiente.
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Portanto, a Loja São Paulo compreendendo a importância do período da gestação tanto para a mãe, como para o pai, como também para todos os familiares que participam intimamente desta fase, oferece encontros quinzenais para auxiliar neste processo para “Orientação para Gestantes: ao Casal e Familiares”. É aberto para membros e não-membros. São encontros que têm o objetivo de acolher dúvidas e angústias típicas deste momento e ajudar na reflexão e preparação, para que quando chegar a hora de a criança nascer todos os envolvidos sintam-se prontos, de corações tranqüilos e suas vidas mais aptas para recebê-la.
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* PARA UMA VIDA MELHOR, Orientação às Gestantes – Ordem Rosacruz da Criança, AMORC, 3ª. Edição em Língua Portuguesa;
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Paz Profunda
Sóror Mariah Bresani
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Desde os primórdios, o ser humano já se maravilhava com o mistério da Vida e nós estudantes místicos rosacruzes ainda hoje procuramos nos manter maravilhados ante o divino mistério da Vida, pois compreendemos que a Vida é um “milagre”. Entendemos também que todos nós, que vivemos no planeta Terra, somos portadores da Vida e devemos tratá-la com reverência.
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A gestação é o momento especial para resgatar o maravilhamento e a reverência sobre o divino mistério da Vida. A cada gestação assistimos este milagre acontecer declaradamente na mulher: é a Vida se renovando e se perpetuando. Por isto, normalmente ficamos em júbilo ao nascimento de um bebê. Afinal, a existência de um novo ser humano é sempre uma promessa da Vida!
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A gravidez é, portanto, um período importante para reflexão sobre o milagre da Vida e para a preparação física, emocional, psíquica e espiritual da mulher para a chegada de seu bebê.
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Mais do que nunca, é durante a gestação – fase de grande transformação na vida de toda mulher – que deve perguntar-se: “O que eu estou fazendo aqui?”. E meditar para “ouvir” e “sentir” a resposta. É o momento para refletir e perceber que além de sua função biológica (gerar um novo ser), existe uma função maior presente que é educar este novo ser, isto é, ajudá-lo em sua evolução na jornada de sua vida, aqui no planeta Terra.
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É importante observar que gestação não é invalidez, porém, a mulher deve lembrar-se que não está em condições “normais” e que requisita cuidados específicos. Pois, neste momento sua condição é especial: está sendo geradora e portadora da Vida! Assim sendo, é de sua total responsabilidade o que acontece com seu bebê; pois, o que ocorre consigo o afeta diretamente.
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A mulher traz consigo o dom de gerar a Vida. E no período que está gerando uma nova vida ela deve permitir que o arquétipo materno se instale nela. Deve deixar emergir sua capacidade de acolher, nutrir e cuidar. Deve vivenciar tais qualidades consigo mesma durante a preparação pré-natal, pois seu bebê precisará muito delas já durante o período de gestação.
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A preparação física do pré-natal tem questões objetivas, como por exemplo o enxoval, mas, principalmente e mais importante, visitas periódicas a um medico para exames pré-natais, recebendo acompanhamento clinico no desenvolvimento da gestação, bem como, antecipadamente, pesquisar e conhecer aonde acontecerá o parto.
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A gestante deve, nesta fase, mais do que nunca, cuidar de sua alimentação, pois tudo o que ingerir servirá igualmente de alimento para o filho que está gerando em seu ventre. A escolha de alimentos saudáveis e variados permite boa saúde para a gestante como o bom desenvolvimento do feto. É importante também neste período – de forma equilibrada – fazer repouso e caminhadas ao ar livre e em parques.
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Mais do que em qualquer outro momento, durante a gravidez, a mulher está mais susceptível emocional e psiquicamente, por isto, dentro do possível, quanto mais puder se preservar, melhor. Neste sentido, a preparação emocional e psíquica envolve o voltar-se para este “evento”, nutrindo em sua mente bons pensamentos e em seu coração, bons sentimentos. Da mesma forma que a ingestão de bons alimentos levará bons nutrientes para o feto que está em seu ventre, a “ingestão” de bons pensamentos e bons sentimentos também lho proporcionará “bons nutrientes” psíquicos e emocionais.
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Neste período é importante, tanto para si mesma quanto para seu bebê em formação, “uma limpeza geral na mente”*, “eliminando tudo o que não for construtivo”* de seu interior.
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Quanto à preparação espiritual envolve, por exemplo, ouvir músicas que a acalme e a relaxe das requisições externas (que sempre sofremos). É preciso também cuidar dos assuntos que são temas de conversas e do que vê na televisão, isto é, selecionar melhor o que conversa e o que assiste. É preferível não deixar que sua mente se contamine com o lado negativo do ser humano.
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O objetivo aqui não é a alienação, mas sim, a preservação psíquica e emocional para uma boa preparação espiritual neste momento tão especial. Afinal, quando nossa mente se contamina com violência e corrupções que assistimos acontecer na televisão, nos jornais, nas relações e atitudes do ser humano, nossa alma se inquieta e, então, temos maior dificuldade em nos nutrir de bons sentimentos e de bons pensamentos e assim nossa “conexão com o divino” sofre interferência.
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Caso ainda não tenha o hábito de fazer meditação, é um ótimo momento para iniciar. Caso a meditação já faça parte de sua vida, é a ocasião perfeita para dedicar-se aos exercícios.
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Percebemos, portanto, que a gestação é um período especial para a mulher e lhe é requisitado uma atenção diferenciada sobre o que lhe está acontecendo e, para tanto, é fundamental que ela tenha apoio das pessoas que estão envolvidas, como do pai da criança e de seus familiares.
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E, levando em consideração a importância das diversas questões que envolvem o período de gestação, a Loja São Paulo oferece, a membros e a não-membros, “Orientação para Gestantes: ao Casal e Familiares”, para esclarecer dúvidas e auxiliar na compreensão da necessidade de criar, na medida do possível, as melhores condições – físicas, emocionais, psíquicas e espirituais – para que a mulher viva a gestação de forma harmoniosa e favorável para o desenvolvimento saudável do seu bebê.
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* PARA UMA VIDA MELHOR, Orientação às Gestantes – Ordem Rosacruz da Criança, AMORC, 3ª. Edição em Língua Portuguesa.
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Paz Profunda
Sóror Mariah Bressani
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Orientação Rosacruz para Gestantes - Todos os 1º e 3º sábados de cada mês - 14h
Orientação Rosacruz para Pais - Todos os 21º e 4 º sábados de cada mês - 14h
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